Atividades que atendem às necessidades básicas da população e que oferecem serviços especializados e de reparação estão entre as que mais crescem no Brasil
Em 2017, abrir um negócio no ramo da alimentação, vestuário e conserto será a opção de muitos empreendedores brasileiros. Estudo elaborado pelo Sebrae, com base no perfil de novas empresas em anos anteriores e no comportamento da economia nacional, revelou que os empreendimentos que atendem às necessidades básicas e que oferecem serviços de reparação, além de serviços especializados que permitem a redução de custos operacionais a outras empresas, estão entre as atividades mais promissoras para este ano.
Para mapear os negócios promissores de 2017, o Sebrae analisou os segmentos com maior taxa de natalidade em 2016, pois sinalizam a existência de uma maior demanda. Parte dos negócios em alta está em atividades ligadas a vestuário, alimentação e higiene. “A população continua crescendo e, mesmo em tempo crise, ela não deixa de consumir esses produtos e serviços. As pessoas buscam alternativas mais baratas, mas o consumo permanece. É importante o empresário acompanhar esse movimento da economia para ter mais sucesso”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.
Outro segmento que continua promissor é o de reparação. Até 2014, a ascensão econômica das classes C e D gerou um boom no consumo de eletrônicos, eletrodomésticos, automóveis, entre outros itens. Com a crise econômica, aumento do desemprego e redução do crédito, essas pessoas agora são forçadas a reparar esses bens ao invés de adquirir produtos novos.
Por fim, também figuram entre os negócios promissores para 2017 as empresas que ofertam produtos e serviços especializados para outros empreendimentos e que possibilitam a redução dos custos operacionais e/ou aumento da sua eficiência produtiva.
Veja a lista das atividades mais promissoras para 2015:
- Alimentos e bebidas: comércio de alimentos e bebidas, representação comercial, preparação de alimentos, comida preparada, restaurantes populares, lanchonetes, produtos de panificação, laticínios, doces, refeições.
- Vestuário: Confecção, comércio de vestuário e acessórios do vestuário e bijuterias
- Serviços de saúde: consultório médico, serviços ambulatoriais, fisioterapia, nutrição, venda de planos de saúde, comércio de medicamentos e artigos de ótica.
- Produtos/serviços inovadores: produtos e serviços que permitam aumentar a eficiência produtiva e/ou redução de custos das demais empresas.
- Serviços de Reparação: reparação e manutenção de veículos usados, manutenção de máquinas e equipamentos, comércio de peças e acessórios para veículos usados.
- Estética/beleza: cabeleireiros, comércio de cosméticos, comércio de produtos de perfumaria, higiene pessoal.
- Serviços especializados: serviços advocatícios, de engenharia, de comunicação, de gestão empresarial, serviços de apoio administrativo, serviços de contabilidade, serviços domésticos, serviços com foco na 3ª idade.
- Informática: Serviços de manutenção e reparação de computadores e equipamentos de informática, produção de softwares e comunicação multimídia
- Construção: comércio de material de construção, manutenção, reparação, pintura, pequenas reformas de imóveis, instalações elétricas, hidráulicas, obras de acabamento, artigos de serralheria, móveis de madeira, manutenção de sistemas de ventilação e refrigeração.
Fonte: http://www.agenciasebrae.com.br/sites/asn/uf/NA/pesquisa-revela-negocios-promissores-para-2017,e6dbb531b28a9510VgnVCM1000004c00210aRCRD
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
EX-CORTADORA DE CANA FATURA R$ 2,4 MILHÕES COM E-COMMERCE DE JOIAS
A empreendedora mineira Sabrina Nunes, 31 anos, é o nome por trás da Francisca Joias, um e-commerce que faturou R$ 2,4 milhões em 2016 e que conta com 620 revendedoras espalhadas pelo Brasil. Antes de chegar aonde chegou, Sabrina começou com muito pouco. Chegou, inclusive, a trabalhar como cortadora de cana.
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Nascida em Itinga, no norte de Minas Gerais, Sabrina se considera uma empreendedora desde cedo. Começou vendendo picolés na zona rural da cidade. “Nessas regiões mais afastadas, não havia energia elétrica. Por isso, sorvetes eram uma grande atração. Vendi muito nas missas”, diz.
Apesar da sacada empreendedora dos picolés, Sabrina afirma que Itinga não oferecia muitas oportunidades de carreira. Surgiu a oportunidade de trabalhar em um canavial de Maracaju (MS) – seu padrasto agenciava a mudança de trabalhadores de Itinga para a cidade.
A meta de Sabrina não era trabalhar nessa área. Ela começou a estudar serviço social., mas não conseguia arranjar emprego. Decidiu ir cortar cana.
A experiência durou cerca de um mês. Dos canaviais, conseguiu um emprego de secretária na mesma empresa. “O tempo que fiquei cortando cana foi difícil. Mas era o que eu tinha para fazer. Lá mesmo eu fiz contatos para conseguir me recolocar. Eu só agarrei a oportunidade, sem coitadismo.”
Há sete anos, já formada e trabalhando como secretária, outra mudança: Sabrina conseguiu uma bolsa para estudar engenharia no Rio de Janeiro. Resolveu sair do Mato Grosso do Sul.
No decorrer do curso, arranjou trabalho em um escritório. Até que, em janeiro de 2012, resolveu fazer alguma atividade para complementar a renda. “Comprei R$ 50 em matéria-prima, fiz bijuterias e comecei a vender meus produtos pela internet”, diz.
Nascia, ali, a Francisca Joias. Sabrina batizou a empresa em homenagem à sua avó. “É um nome que representa força, perseverança e afeto. Além disso, mostra de onde eu vim”, diz Sabrina.
A princípio, ela usava a plataforma Elo7, especializada em artesanato, joias e produtos criativos em geral. Tudo aquilo que ganhava era reinvestido. Assim, foi conseguindo vender mais e mais peças. Em agosto de 2012, decidiu criar uma loja virtual própria para a Francisca Joias.
Em 2016, com a crise econômica ganhando forças, Sabrina decidiu mudar um pouco o modelo de negócio da Francisca Joias: começou a trabalhar com revendedoras.
Atualmente, a empresa tem 620 pessoas revendendo seus produtos. Elas compram os itens que quiserem com 40% de desconto, recebem o pedido em casa e revendem as joias pelo mesmo preço do e-commerce. “Com o desconto, eu perco margem de lucro, mas aumento meu número de vendas. Além disso, dou chance a quem precisa trabalhar”, afirma Sabrina.
A Francisca Joias vende brincos, colares, pulseiras e anéis. O site também trabalha com óculos escuros. No total, o e-commerce tem cerca de 3 mil itens.
De acordo com Sabrina, o principal diferencial da marca é o atendimento. “Trabalhamos de forma humanizada. Acreditamos que as vendas são feitas de pessoas para pessoas, mesmo que a transação ocorra pela internet. Fazemos um atendimento mais leve e que traz confiança.”
Em 2016, a Francisca Joias faturou R$ 2,4 milhões. Para este ano, a meta é chegar a R$ 3 milhões.
Além do trabalho com a marca, a mineira tem um site próprio, em que dá dicas de empreendedorismo para mulheres. “Sei que posso ajudar muita gente a empreender, empoderar-se e acreditar que é possível mudar de vida”, diz Sabrina.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Mulheres-empreendedoras/noticia/2017/01/ex-cortadora-de-cana-fatura-r-24-milhoes-com-e-commerce-de-joias.html
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Apesar da sacada empreendedora dos picolés, Sabrina afirma que Itinga não oferecia muitas oportunidades de carreira. Surgiu a oportunidade de trabalhar em um canavial de Maracaju (MS) – seu padrasto agenciava a mudança de trabalhadores de Itinga para a cidade.
A meta de Sabrina não era trabalhar nessa área. Ela começou a estudar serviço social., mas não conseguia arranjar emprego. Decidiu ir cortar cana.
A experiência durou cerca de um mês. Dos canaviais, conseguiu um emprego de secretária na mesma empresa. “O tempo que fiquei cortando cana foi difícil. Mas era o que eu tinha para fazer. Lá mesmo eu fiz contatos para conseguir me recolocar. Eu só agarrei a oportunidade, sem coitadismo.”
Há sete anos, já formada e trabalhando como secretária, outra mudança: Sabrina conseguiu uma bolsa para estudar engenharia no Rio de Janeiro. Resolveu sair do Mato Grosso do Sul.
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A princípio, ela usava a plataforma Elo7, especializada em artesanato, joias e produtos criativos em geral. Tudo aquilo que ganhava era reinvestido. Assim, foi conseguindo vender mais e mais peças. Em agosto de 2012, decidiu criar uma loja virtual própria para a Francisca Joias.
Em 2016, com a crise econômica ganhando forças, Sabrina decidiu mudar um pouco o modelo de negócio da Francisca Joias: começou a trabalhar com revendedoras.
Atualmente, a empresa tem 620 pessoas revendendo seus produtos. Elas compram os itens que quiserem com 40% de desconto, recebem o pedido em casa e revendem as joias pelo mesmo preço do e-commerce. “Com o desconto, eu perco margem de lucro, mas aumento meu número de vendas. Além disso, dou chance a quem precisa trabalhar”, afirma Sabrina.
A Francisca Joias vende brincos, colares, pulseiras e anéis. O site também trabalha com óculos escuros. No total, o e-commerce tem cerca de 3 mil itens.
De acordo com Sabrina, o principal diferencial da marca é o atendimento. “Trabalhamos de forma humanizada. Acreditamos que as vendas são feitas de pessoas para pessoas, mesmo que a transação ocorra pela internet. Fazemos um atendimento mais leve e que traz confiança.”
Em 2016, a Francisca Joias faturou R$ 2,4 milhões. Para este ano, a meta é chegar a R$ 3 milhões.
Além do trabalho com a marca, a mineira tem um site próprio, em que dá dicas de empreendedorismo para mulheres. “Sei que posso ajudar muita gente a empreender, empoderar-se e acreditar que é possível mudar de vida”, diz Sabrina.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Mulheres-empreendedoras/noticia/2017/01/ex-cortadora-de-cana-fatura-r-24-milhoes-com-e-commerce-de-joias.html
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
6 TIPOS DE NEGÓCIO QUE VOCÊ PODE ABRIR COM POUCO DINHEIRO
Você está sonhando em abrir seu próprio negócio, mas não tem muito dinheiro para investir. Fique tranquilo: você não é o único! Por mais que existam maneiras de conseguir o valor necessário (empréstimos, por exemplo), é possível optar por aportes pequenos.
Na hora de escolher o produto ou serviço que vai oferecer, leve os custos de produção e manutenção em conta. A revista Entrepreneur selecionou 6 exemplos para te inspirar. Confira abaixo:
1. Criações próprias
Nada melhor do que ganhar dinheiro fazendo aquilo que você já sabe. Por exemplo, se você é um pintor, pode vender suas obras de arte gastando nada mais do que os instrumentos que vai usar. Plataformas online gratuitas podem ajudá-lo com as vendas.
2. Serviços em casa
Esse tipo de serviço é rentável e não exige muitos gastos. Se você trabalha em casa – ou na vizinhança –, poupa tempo e economiza dinheiro. Como exemplo, pode-se citar o trabalho de babá ou passeador de cães.
3. Trabalhos de conserto
Assim como os serviços em casa, esse tipo de negócio não exige um ambiente de trabalho estabelecido e nenhum investimento exceto o das ferramentas. Se você possui algumas habilidades na área, pode trabalhar em conserto domésticos. Também pode fazer reparos em roupas.
4. Consultoria
Muitas pessoas só pensam em se tornar empreendedores depois de terem passado por muitos anos de experiência profissional. Com essa bagagem, podem abrir uma consultoria. A atividade exige pouco investimento inicial e, se o empreendedor aproveitar seus contatos profissionais, pode ser bastante rentável.
5. Revenda
O sistema é simples: você adquire produtos e os vende para outras pessoas. Você pode ser um representante de vendas, distribuidor ou atacadista. No último caso, será preciso fazer um investimento inicial maior, para formação de estoque.
6. Microempreendedorismo
Por último, você pode criar um mininegócio. Pode trabalhar em apps de serviço como Uber, alugar sua casa em plataformas como o AirBnB... As opções são muitas e, na maioria dos casos, o investimento inicial é baixíssimo.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Negocios/noticia/2017/01/6-tipos-de-negocio-que-voce-pode-abrir-com-pouco-dinheiro.html
Na hora de escolher o produto ou serviço que vai oferecer, leve os custos de produção e manutenção em conta. A revista Entrepreneur selecionou 6 exemplos para te inspirar. Confira abaixo:
1. Criações próprias
Nada melhor do que ganhar dinheiro fazendo aquilo que você já sabe. Por exemplo, se você é um pintor, pode vender suas obras de arte gastando nada mais do que os instrumentos que vai usar. Plataformas online gratuitas podem ajudá-lo com as vendas.
2. Serviços em casa
Esse tipo de serviço é rentável e não exige muitos gastos. Se você trabalha em casa – ou na vizinhança –, poupa tempo e economiza dinheiro. Como exemplo, pode-se citar o trabalho de babá ou passeador de cães.
3. Trabalhos de conserto
Assim como os serviços em casa, esse tipo de negócio não exige um ambiente de trabalho estabelecido e nenhum investimento exceto o das ferramentas. Se você possui algumas habilidades na área, pode trabalhar em conserto domésticos. Também pode fazer reparos em roupas.
4. Consultoria
Muitas pessoas só pensam em se tornar empreendedores depois de terem passado por muitos anos de experiência profissional. Com essa bagagem, podem abrir uma consultoria. A atividade exige pouco investimento inicial e, se o empreendedor aproveitar seus contatos profissionais, pode ser bastante rentável.
5. Revenda
O sistema é simples: você adquire produtos e os vende para outras pessoas. Você pode ser um representante de vendas, distribuidor ou atacadista. No último caso, será preciso fazer um investimento inicial maior, para formação de estoque.
6. Microempreendedorismo
Por último, você pode criar um mininegócio. Pode trabalhar em apps de serviço como Uber, alugar sua casa em plataformas como o AirBnB... As opções são muitas e, na maioria dos casos, o investimento inicial é baixíssimo.
Fonte: http://revistapegn.globo.com/Negocios/noticia/2017/01/6-tipos-de-negocio-que-voce-pode-abrir-com-pouco-dinheiro.html
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
FRETE DE E-COMMERCE VAI SUBIR 30% COM FIM DO E-SEDEX
Apesar de os comentários sobre o fim do e-Sedex circularem há mais de um ano, a notícia, anunciada nesta semana, de que os Correios vão extinguir o serviço a partir de 1º de janeiro pegou o e-commerce de surpresa. O e-Sedex é considerado a principal alternativa para entrega rápida de encomendas no varejo online.
Usado por pequenos e médios e-commerces desde que foi criado, há 16 anos, o serviço utiliza a mesma estrutura de entregas expressas comuns, mas custa entre 20% e 30% menos do que o Sedex tradicional. Os grandes varejistas, por fazerem um grande volume de entregas diárias, costumam contratar empresas privadas de entregas.
Recebemos o anúncio como uma notícia muito ruim", disse o presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), Maurício Salvador. "Trará um aumento de preços imediato no frete e uma redução da qualidade. Quem vai pagar essa conta com os varejistas será o consumidor final."
Para Leandro Bassoi, diretor de logística do Mercado Livre, a medida deve levar a uma concentração de mercado, reduzindo o espaço dos pequenos sites. "Hoje, sem uma média de cem entregas por dia, você não consegue ter acesso a uma transportadora privada. O fim do e-Sedex prejudica muito os pequenos e médios empreendedores.
"Sem fôlego
Procurados, os Correios não comentaram o fim do serviço. Fontes de mercado, no entanto, afirmam que a estratégia é parte do plano para reverter os prejuízos da estatal, que devem ser de R$ 2 bilhões neste ano; em 2015, as perdas foram de R$ 2,1 bilhões.
Procurados, os Correios não comentaram o fim do serviço. Fontes de mercado, no entanto, afirmam que a estratégia é parte do plano para reverter os prejuízos da estatal, que devem ser de R$ 2 bilhões neste ano; em 2015, as perdas foram de R$ 2,1 bilhões.
Segundo estimativas da ABComm, o preço do frete representa de 6% a 12% do valor pago de um produto adquirido pela web. Quanto menor é a loja virtual, maior o peso do custo da entrega. Sem volume para negociar o frete com transportadoras, o preço pago pelos pequenos empresários é parecido com o cobrado das pessoas físicas.
Há quem defenda, porém, que a baixa participação das empresas privadas de transporte - elas são 35 mil apenas em São Paulo - no e-commerce reflete uma vantagem competitiva dos Correios que prejudica o restante do setor.
"Os Correios têm o monopólio para entrega de cartas e correspondências. Mas fazem uma interpretação jurídica disso para avançar também sobre as entregas expressas", disse Paulo Furquim, coordenador do Centro de Estratégia e Pesquisas do Insper.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Simples Nacional - Alterada a legislação aplicável as ME e EPP.
| |
| Anexo: simplesnacional.pdf | |
| Fonte: Lei Complementar nº 155/2016 - DOU 1 de 28.10.2016 |
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